domingo, julho 09, 2006

Coisas do Amor - Um homem só é homem...

...depois de um desgosto de amor.

8 Comentários:

Às 10 julho, 2006 01:01, Blogger musalia disse...

humm...não creio...
se me disseres que no sofrimento está o caminho para a perfeição...talvez concorde (influência de Schopenhauer, já sei ;) )
homem ou mulher: desgosto de amor=começo de maturidade, talvez...

beijos, o sol QUEIMA, aqui, no Algarve :)))

 
Às 10 julho, 2006 08:52, Blogger .G disse...

...aqui nao há praia...

 
Às 10 julho, 2006 10:08, Blogger m'Andre disse...

ui.
ui, ui
u lá lá!
isso ainda que seja verdade, ainda que pareça verdade, ainda que se sinta verdade, não pode ser dito assim ó arroz!!!!
o amor, como Deus escreve direito por linhas tortas, assim que tende cuidado arroz, tende cuidado!

 
Às 11 julho, 2006 14:15, Blogger musalia disse...

.g

eu dou uns mergulhitos por ti :)

besitos.

 
Às 11 julho, 2006 16:35, Blogger Arroz de Estragão disse...

Aos anos que ando a tentar fazer um post polémico. Cá está ele!

Um Homem é como o Amor, cada um Sabe o que é que Ele é ;)

No entanto não resisto a mandar mais umas para o ar (senão isto não tem piada nenhuma...):

Assim, Musalia, o desgosto de amor pode vir no "começo de maturidade" ou em qualquer outra altura. O caminho para a perfeição? Qual perfeição? Perfeitos nascemos nós! E passamos o resto da vida a fugir dela!

Não há homens nem mulheres perfeitos.

Lembra-se-me aqui qualquer coisa do Neruda em que ele dizia que não havia Aquela mulher; que não existia; e que, quanto muito, essa mulher era constituída no nosso imaginário como a conjuntura de todas as partes de todas as mulheres que haviamos gostado.

Quanto a mim, ele sabia-la toda!

Agora, o que eu digo, é que um desgosto deixa rapazinhos, como eu, muito mais crescidinhos. Isso deixa.

Assim sou a menos polémico, não soa? Mea culpa.

Bisous.

m'André: não te preocupes que nada disto é sentido. O Arroz é um cínico de primeira! E quando se dá acontecer ao Xavier coadjuvar-se com o Arroz, O Arroz arranja logo maneira de o Estragar; dar-lhe o Arroz.

Por aqui não há depressões, pelo contrário, há muitas ilusões!

Quanto ao Deus, Ele que continue a escrever, que eu vou lendo aquando o momento de ter a pachorra que Deus me dá para O ler.

O Senhor Deus tem mesmo a faca e o queijo na mão. Ainda bem, senão mais pachorra seria necessária!

Um grande abraço

.G: há cañas! Desemerda-te!

 
Às 11 julho, 2006 18:23, Blogger musalia disse...

Arroz-Xavier-Estrago...

adoro polémicas!!!

não disse que um desgosto de amor acontece 'apenas' no começo da maturidade. esta acontece, aliás vai acontecendo à medida que vamos tendo os nossos 'embates', vida fora. e...nem sempre se atinge a maturidade...

'nós nascemos perfeitos', 'a perfeição não existe', 'não existem homens e mulheres perfeitos'...em que ficamos, Arroz? :)
não estarás a contradizer-te? ;)

claro, que ninguém é perfeito! por isso a nossa busca constante. caso contrário, o que haveria de interessante na vida se tudo fosse perfeito, completo? nada, só nos restaria ficar sentados à espera da morte...

Neruda? 'sabia-la toda'? hummm, o que ele transmite nesse escrito, é apenas a procura incessante da essência do Amor, afecto ou lá o que lhe queiras chamar. O que ele descreve, e tu também, é a temática de Don Juan: em todas as mulheres que amou tenta encontrar o Amor.

E 'mon petit riz', cada encontro com o outro, cada afecto, cada paixão, cada amor (como queiras) é SEMPRE diferente. Quer para um homem ou para uma mulher.

E, afinal, o que é o Amor? Sabes defini-lo? Eu não sei...

ah! o conceito de Shopenhaeur...acontece-me 'sentir' mais profundamente as palavras quando estou triste, em momentos especiais...percebo o filósofo...:)

'crescemos'quando os desgostos nos atingem, seja de que espécie for o afecto :)

beijos.

 
Às 15 julho, 2006 11:49, Blogger mitro disse...

Pois é1 É um homem frustrado!

 
Às 15 julho, 2006 13:28, Blogger Arroz de Estragão disse...

ó Mitro, não digas disparates.

 

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