terça-feira, julho 12, 2005

Coisas do cinema – Baraka (1992)

Se a trilogia Quatsi peca pela falta de originalidade, é devido a este filme de Ron Fricke, mais antigo.

Depois da televisão ter “roubado” o género documental ao cinema, este vai recuperar essa temática com esta longa-metragem.

À semelhança da trilogia Quatsi, este é um filme que - por não viver nada à custa de personagens, diálogos e efeitos especiais – vive, antes, pela riqueza da imagem e da música (com a participação dos, agora renascidos, Dead Can Dance).

Este tipo de cinema tem a eterna vantagem de estar completamente de acordo com aquilo que os irmãos Lumiére imaginaram que o cinema poderia vir a ser. (ou não?)

Tem também outra vantagem, que é o facto do espectador poder escolher a história que quiser para as imagens que vê – se bem que a generalidade do público está mais “habituada” a que construam histórias para eles e que puxem pela imaginação por eles.

Deixo-vos a minha experiência: apesar de ser um grande cliché, para mim este filme retrata com excelência a ténue fronteira entre civilização e barbárie.

Mais, todas as civilizações acabaram por cair...

Mais, é aqui.

3 Comentários:

Às 12 julho, 2005 14:32, Blogger maria borboleta disse...

tens visto muita televisão mas é...VAI TRABALHAR PÁ!!! beijos

 
Às 13 julho, 2005 12:12, Blogger Arroz de Estragão disse...

Tou a pôr a cinemateca em dia ;-)

 
Às 14 julho, 2005 02:39, Blogger O Puto disse...

O pouco que conheço desta longa-metragem é o excerto incluido no videoclip de "Yulunga", dos DCD.

 

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